quarta-feira, 19 de setembro de 2007

A ética distorcida agora também no futebol.

Muito se falou essa semana sobre a expulsão do Coelho por tentar arrancara a cabeça do Kerlon vulgo foquinha.

Os que defendem o animal fofinho e orelhudo argumentam que o animal marinho estaria menosprezando, humilhando o adversário apenas porque seu time já estava ganhando o jogo e portanto mereceu a entrada assassina.

Dizem que existe um código de ética entre os jogadores e que esse tipo de jogada não deve ser feito, assim como um time que esteja ganhando não deve tocar a bola de lado para gastar o tempo.

Ou seja... fazer jogadas de efeito e tocar a bola não pode mas entrar para quebrar o adversário é permitido. Que "ética" é essa?

A resposta a esse tipo de lance tem que ser dada na bola como por exemplo na final da copa américa em que o Tevez fez brincadeirinhas com a bola na lateral do campo quando a Argentina estava ganhando o jogo. Ao invés de dar uma voadora no peito dele o time do Brasil retomou a bola foi pro ataque e empatou o jogo deixando o baixinho com cara de bunda. Se não conseguir tomar a bola faça a falta mas sem agressão ou excesso de força.

Na minha opinião quem entra para quebrar o colega de trabalho deveria ser banido do futebol, não interessa se o outro estava driblando para menosprezar ou para humilhar. O drible faz parte do futebol, assim como o toque de bola e o grito de olé da torcida.

Contato físico e faltas também fazem parte e devem ser punidas de acordo com a regra e a força com que foram aplicadas.

Agora cotovelada, voadora, soco nada disso faz parte do esporte. Quem toma essas atitudes deve ser punido exemplarmente.

Nenhum comentário: